terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Fungo



Fungo é o nome que se dá a uma pessoa que não é flor que se cheire.
Cada vez melhores as comparações e metáforas da minha B!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Marcadores


Para começar o ano mergulhada nos livros, nos intervalos das tintas!


 

sábado, 24 de dezembro de 2011

MERRY CHRISTMAS!!!




(Já sem pó, com uma fita novinha em folha e com os cromados a brilhar!)

domingo, 18 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Humanizar...


É afinal o que importa.

 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Difícil? Dificil é isto:


Rabiscar na cama e dar cor sem salpicar tudo à volta.






terça-feira, 29 de novembro de 2011

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fado



Património Imaterial da Humanidade

(Paula Rego)





sábado, 26 de novembro de 2011





( Se eu fosse uma canção, poderia ser esta)


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

OH MY GOD!!!!!!!!



Já passaram umas horas e eu continuo para aqui com a cabeça que nem a Feira Popular, com carrosséis a girar a toda a velocidade, luzinhas a piscar, realejos a tocar em cada esquina e fogo de artifício non-stop. Sempre dos azuis!!!
Enfim a explodir de alegria!!!
Gostaria de conseguir dizer algo mais mas o meu teclado não obedece.











sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Em Marta...


É desta forma que o meu imaginário me transporta, por assim dizer, até Há vida em Marta.
O planeta onde tudo acontece em passo apressado.
Onde tudo é arte, literatura e música.
Poesia pura que me inspira e me leva todos os dias a repousar por lá, ainda que por breves instantes e a pensar: que ser tão bonito!






 Pour toi, Marta, "connaisseuse" du Jazz, le meilleur travail d'improvisation, selon moi, bien sûr! :)









terça-feira, 15 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Mal posso esperar...



para o ter ali mesmo à mão, em cima da mesa de cabeceira.















domingo, 18 de setembro de 2011

Nem sempre a lápis





"Quando escrevo, parece que os textos, notas, entradas, são as pranchas do andaime com que levanto o edifício assente nos pilares dos meses. Encostam-se uns aos outros, apoiam-se indiferentes à condição provisória, a partir da primeira linha; a constução civil nunca foi o meu forte, admito que a licença de habitabilidade reprove. Terminado o mês, consolidado o pilar, retiro os andaimes; é rara a vez que não venham bocados de argamassa, fragilidades da escrita."

Lê-se de uma assentada e viaja comigo na carteira, dentro da bolsinha do Moleskine, junto da parafernália de pequenos objectos sem os quais sinto que me falta alguma coisa importante.

Imagem retirada daqui.



domingo, 11 de setembro de 2011