terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
(...)
Fool's Gold
You told me that you'd stay with me
And shelter me forever
That was a hard promise to keep
I can't blame you for the bad weather
After all that has been said and done
I won't ask you where you're going
Don't keep in touch, I don't miss you much
Except sometimes early in the morning
Now use your silver tongue once more
There's one thing that I'd like to know
Did you ever believe the lies that you told?
Did you earn the fool's gold that you gave me?
I forgive you wanting to be free
I realize you long to wander
And I sympathize with your roving eyes
I just can't forgive your bad manners
Now use your silver tongue once more
There's one thing that I'd like to know
Did you ever believe the lies that you told?
Did you earn the fool's gold that you gave me?
Did you ever believe the lies that you told?
Did you earn the fool's gold that you gave me?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O amor aos livros...
...aos papeis
e a paixão pela escrita, por Jorge Fallorca.
.
"...Raramente começo uma viagem sem um bloco novo. Procuro-os nas pequenas papelarias, preferencialmente de província, onde me anima acreditar que sou esperado por um bloco de folhas imaculadamente pardas, dimensão consentânea com o bolso da camisa, do blusão, sem que a espiral metálica entre em conflito com a lapiseira e o cachimbo.
Essa ronda é apenas um dos subterfúgios a que recorro para ritualizar a viagem da escrita em viagem, pois nada me impede de recorrer aos guardanapos de papel- durante as vagabundagens estáticas-entretendo-me a formar cadernos onde deposito uma esctita deliciosamente indecifrável e aleatória, sem me preocupar que o seu futuro não exceda a utilidade do suporte:o guardanapo, recorde-se.
Por vezes, raras vezes, entretenho-me a arrumar ou consultar esses blocos incompletos e descubro citações de livros, também eles abandonados a meio, que provavelmente anotei na ilusória expectativa de um futuro melhor do que o prazer concedido pelo esquecimento.
O mesmo se passa com a facilidade com que cedo à tentação de comprar livros e cachimbos, não consentindo que esse impulso mágico seja perturbado pelo pressentimento que já os possuo.
É um facto que fico sempre com menos dinheiro, mas quando compro esse livro ou esse cachimbo-mais frequentemente um livro-não admito que pudores consumistas me algemem o prazer da repetição..."
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Rainy day
(Salamanca, Agosto, 2009)
"Caem,
Gordas, s o n o r a s,
Monótonas p i n g a s
de
C
h
u
v
a,
- E s p a ç a d a s -
E indolentes
Vão marcando uma toada:
Ping pang - ping pang"
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Eu sei que é um pouco em cima da hora
mas como sonhar não custa, aqui estão algumas das "futilidades" que fariam de mim uma mulher muito mais feliz!
Um piano de cauda (não sou exigente com a marca)
Uma destas figuras do Hieronymus Bosch, que me fizeram perceber o poder da arte, ainda em tenra idade.
Ou até uma das "Meninas", do mestre João Cutileiro.
Caso nada disto seja possível, também ficaria muito feliz com esta caixinha de aguarelas da marca Schmincke.
E assim de repente, é isto!
Coisa pouca, portanto...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Até parece um portátil...
mas não é.
E quando observamos melhor, reparamos que, além se ser uma luxuosa caixa de transporte, este mini estúdio, se converte num cavalete num abrir e fechar de olhos, em que nem a afia ficou de fora.
Faz, portanto, as delícias de qualquer pessoa que goste de rabiscar e é a prova inequívoca de que o que é nacional continua a ser bom!
Mais sugestões aqui na loja online da VIARCO.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Juliette Binoche In- Eyes
E, porque hoje é sábado, vou mergulhar neste livro da Juliette Binoche e folhear cada página muito devagar.
São páginas e mais páginas com retratos a tinta da china e poemas, feitos pela... como dizer? Actriz, pintora, bailarina...
Enfim, um ser completo.
Michael Haneke, o realizador que me deixa desconfortável e sem saber como estar, cruzar as pernas e onde/como como pôr as mãos...
E para quem ainda não viu a sua estreia no mundo da dança, é só clicar aqui.
Não sendo propriamente uma novidade aqui no blog, nunca é demais rever a história contada por dois corpos que vai muito para além do quotidiano.
Até podia ser a minha. Pois podia...
São páginas e mais páginas com retratos a tinta da china e poemas, feitos pela... como dizer? Actriz, pintora, bailarina...
Enfim, um ser completo.
Michael Haneke, o realizador que me deixa desconfortável e sem saber como estar, cruzar as pernas e onde/como como pôr as mãos...
Não sendo propriamente uma novidade aqui no blog, nunca é demais rever a história contada por dois corpos que vai muito para além do quotidiano.
Até podia ser a minha. Pois podia...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Gouache e aguarela
32 cm x 24 cm
"Na suavidade que imagino, rosada
o meu sol exalta-se.
indecisa a carne dos teus lábios
desenhada de orquídeas em pranto.
amanhã contorno-te
sem explicar as lembranças do lençol
dobrado nos corpos que caminhamos.
Com paixão, nesse território que nos pertence
escondido à passagem dos rios
dormente entre as muralhas quentes
somos de outro lugar
ao qual regressamos sem ruído
meia-noite.
permanece na beleza que a noite
te oferece; deixa-te ficar comigo
a adivinhar o pensamento
a construir pássaros de lã
a dançar palavras de todas as cores.
viajamos na entrada desse lugar
e a carne vira sílaba morna
a seiva escorre, enlaçada
coroada de gemidos."
Cláudia Faria Pereira
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Et voilà!...
Olhando para trás, vejo, uma vida preenchida não só com muitos sobressaltos, arritmias, inquietações, muitas lágrimas, mas também muitas gargalhadas e acima de tudo, com muita paixão pela vida.
Obrigada a todos os amigos que se mantêm presentes na minha vida, há uma, duas, e praticamente três décadas.
Aos amigos recentes, com e sem rosto, por me fazerem sorrir nos dias mais improváveis.
Obrigada por estarem aí...
E especialmente, aos meus besnicos, por existirem e contribuirem para eu ser uma pessoa melhor e me fazerem sentir a mãe mais feliz do mundo.
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